manchete google einstein

1 em cada 10 pesquisas feitas no google hoje são relacionadas a doenças e saúde.
Pensando nisso o hospital Albert Einstein e o Google lançaram um projeto muito interessante.

Ok. o projeto foi lançado inicialmente nos EUA, em setembro de 2015. E o Brasil é o segundo país a receber essa

Sempre que você pesquisar alguma doença, no Google, uma caixa na lateral direita com informações irá aparecer:

Informações ao buscar uma doença

Informações ao buscar uma doença

Você verá:
  •  Definição da doença
  •  Se é uma doença comum ou rara (E a quantidade média de casos/ano)
  •  Tipo de tratamento
  •  Se é transmissível e como é transmitida
  •  Se requer exame médico
  •  Tempo de tratamento
  •  Mais informações da doença
  •  Sintomas da doença

O que isso impacta nas buscas diárias?

Ajuda as pessoas entenderem melhor as doenças, com informações mais precisas e de uma fonte totalmente segura.

Dessa maneira, antes mesmo de clicar em algum site a pessoa poderá ler mais e entender melhor sobre aquela doença, sem que ela fique na neura com informações erradas e de fontes duvidosas.

Ok, mas isso não é ruim? As pessoas ficarão paranóicas?

Talvez. Existe até o “cybercondrismo”, uma espécie de hipocondrismo cibernético que diversas pessoas fazem parte deste grupo.

Que atire uma pedra quem nunca pesquisou no Google os sintomas que estava sentindo no momento e então achou uma doença X e ficou neurótico!

Pois é, eu, você e todo mundo. Isso é muito comum, muito mesmo! É fácil, é rápido e perigoso.

Mas o grande ponto desse projeto não está na jogada de “facilitar o entendimento das doenças para leigos e oferecer uma discussão mais densa e profunda na hora que for fazer a consulta médica”. NÃO! Esqueça isso, por enquanto.

O pulo do gato é que está cada vez mais claro que nós vivemos em uma nova era de relacionamento entre pessoas e marcas, pessoas e serviços.

Vivemos na era da inteligência compartilhada.

 

A grande sacada é entender a jornada do consumidor, e entender que em cada ponto dela é necessário educar mais e melhor seu prospecto para que no final ele vire de fato um cliente.  E vá além disso, vire um advogado da sua marca. Leve ela para outras pessoas de maneira positiva e enriquecedora.
Não tem mágica, as empresas que ainda não entenderam isso, inevitavelmente, uma hora ou outra, irão entender.
Os processos mudaram, e com isso as regras mudaram. Ou seja, você precisa entender muito seu cliente e ai então entender quais são as principais dúvidas, dores e objeções dele, para somente depois você estabelecer um diálogo.

Não são os consumidores que vão até as marcas, produtos e serviços. São as marcas, produtos e serviços que vão até os consumidores.

 

Para isso é preciso entender muito bem quem é de fato o seu público-alvo ideal, seu buyer persona, seu avatar, enfim, primeiro entender, depois mapear, na sequência produzir e divulgar.

 

E para isso é necessário ter por trás dessa estrutura toda uma equipe altamente qualificada para que seja feito uma varredura completa, mapeando todos os detalhes da jornada de compra. Ou seja, estamos falando de uma agência de inbound marketing.

 
Funil de Inbound Marketing

Funil de Inbound Marketing

Fica cada vez mais claro para nós que se o seu cliente entende melhor seu produto ou serviço, entende seus diferenciais, entende tudo que ele precisa é cada vez mais fácil e barato realizar uma venda. Chega de vendedor falando com o cliente certo na hora errada.

Automação do processo de vendas é uma realidade e não tendência.

Por isso, eu repito todos os dias para diversos amigos, clientes e até prospectos.

Inbound marketing é o agora! As empresas que iniciarem seus processos de inbound agora terão a chance de sair na frente, muito na frente, mas uma hora, não muito distante do agora, essa vantagem não irá existir, e ai então você pode ficar mais uma vez para trás.

Quer saber mais sobre inbound? Preencha o formulário abaixo e receba alguns materiais educativos em seu e-mail. Simples assim!

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 FONTE da notícia: Adnews